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Ativar o valor cultural da arte.
Colecionar de outra forma.

Cada obra é certificada, documentada e inscrita num registo cultural. Uma nova forma de colecionar, entre documentação, exposição e participação.

Rolar

Um mercado sem infraestrutura de confiança unificada

O mercado da arte sofre de uma fragmentação estrutural. As obras dispersam-se, a informação fragmenta-se, as relações entre artistas, colecionadores e instituições permanecem isoladas.

Continuidade fragmentada

Os arquivos ficam dispersos entre galerias, instituições e coleções privadas. A proveniência é interrompida a cada mudança de mãos. A memória da obra perde-se pelo caminho.

A lógica puramente transacional

A rastreabilidade progrediu, mas a relação com a obra empobreceu — reduzida a uma lógica de circulação e preço. O que se ganhou em prova, perdeu-se em sentido.

Ausência de quadro unificado

Falta uma infraestrutura capaz de vincular prova, memória, ancoragem e uso num mesmo registo coerente — reconhecido por instituições, aberto a colecionadores, fiel aos artistas.

O Registo Cultural SeedArt™

Uma infraestrutura que estrutura cada obra de arte através de quatro dimensões — sua certificação, sua documentação, sua ancoragem física e suas formas de ativação — organizando num quadro único a relação entre a obra, os seus detentores, os seus direitos e a sua história.

Certificação

Prova de autenticidade inscrita em blockchain. Cada obra recebe um identificador único, vinculado à sua proveniência documentada e à sua ancoragem física.

Documentação

Memória enriquecida da obra: imagens, fichas técnicas, contextos, historial de exposições. A documentação constitui a dimensão cultural do Registo.

Ancoragem física

Vínculo entre a obra real e o seu Registo através de um chip NFC. A autenticidade fica estabelecida; a ancoragem física é permanente.

Ativação

Formas de uso: exposição, edição, participação. A obra entra em circulação dentro de um quadro reconhecido — o corpus mantém-se vivo no tempo. O projeto piloto Les Fables en mouvement, um corpus de 275 pinturas de André Quellier inspiradas em La Fontaine, ilustra esta articulação das quatro dimensões.

Certificação

Uma prova inviolável que vincula a obra física ao seu Registo digital — sem substituir a documentação humana, sem reduzir a obra a um ativo.

Passo 01

Ancoragem física

O chip NFC é fixado na obra, formando uma ancoragem permanente. Qualquer manipulação quebra o selo físico, assinalando a alteração do vínculo entre a obra e o seu Registo.

Passo 02

Inscrição no Registo

A galeria parceira inscreve o certificado em blockchain, vinculando o chip à documentação da obra: proveniência, ficha técnica, relatório de condição.

Passo 03

Verificação aberta

Qualquer pessoa pode consultar o Registo de uma obra a partir de um telemóvel — a proveniência, o historial de exposições, o relatório de condição, as inscrições sucessivas.

Passo 04

Continuidade documental

Cada digitalização, transferência, exposição e atualização fica inscrita no Registo. A obra constrói a sua história no tempo, transmissível aos herdeiros.

Chip NFC com autenticação SUN inviolável
Tezos L1 — padrão FA2 (TZIP-12/21)
Criptografia AES-128, ancoragem física inviolável

Edições certificadas

As edições associadas a uma obra permitem uma circulação medida do corpus. Cada edição é inscrita no Registo Cultural e permanece vinculada à obra original.

Qualidade de arquivo

Cada edição é produzida com técnicas de arquivo, em diálogo com os padrões museológicos, sem reduzir a obra original nem substituí-la.

Numeração inscrita

O número da edição e a sua proveniência são inscritos no Registo. A rastreabilidade acompanha a obra ao longo do tempo.

Circulação medida

A distribuição das edições é realizada num quadro que respeita o ritmo do corpus — sem saturar o mercado, sem diluir a proveniência.

Continuidade de direitos

A continuidade de direitos do artista é mantida em cada circulação. Está estruturada no certificado, não depende de um intermediário.

Uma infraestrutura de confiança

A tecnologia serve o valor cultural da obra — não a substitui, não a reduz. Quatro componentes articulam o Registo Cultural.

L1

Tezos L1 — Certificação

A cadeia pública Tezos L1 inscreve os certificados de cada obra. A inscrição é permanente, aberta à consulta, independente de qualquer operador.

L2

Base L2 — Circulação

A cadeia Base L2 estrutura as edições e a circulação das obras. Os movimentos permanecem rastreáveis; a continuidade de direitos é mantida em cada passo.

L3

IPFS — Documentação

Os arquivos documentais — imagens, fichas técnicas, contextos — são conservados em IPFS. A documentação é acessível a longo prazo, sem servidor central.

L4

NFC — Ancoragem física

O chip NFC fixa a obra ao seu Registo. O vínculo é direto, físico, inviolável — e é estabelecido de forma única no momento da certificação.

Salvaguardas

A integridade do Registo assenta em três pilares — criptografia de ponta a ponta, controlo de acesso institucional e independência da cadeia pública. Nenhum destes pilares depende de um operador único.

Ferramentas de consulta

Uma aplicação que permite digitalizar cada obra, consultar a sua inscrição no Registo, verificar a ancoragem física a partir de qualquer lugar.

Consulta do Registo

Aproxime o dispositivo da obra para aceder ao seu Registo: proveniência, certificação, historial de circulação. A verificação é imediata e fica inscrita.

Avisos do corpus

Receba avisos sobre novas inscrições no corpus que segue — exposições, edições, momentos-chave na circulação das obras.

Percurso do Registo

Percorra o Registo, descubra os corpora de artistas e galerias parceiras, organize a sua própria constelação de obras seguidas.